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terça-feira, março 29, 2011
Nesta Sexta!: Tribos Sem Terra - Juventude 2.0 - café filosófico com Luiz Tatit
Às sextas-feiras de abril, será realizada uma série de 4 programas produzidos pelo Café filosófico do CPFL Cultura, exibidos em tempo real pelo site http://www.cpflcultura.com.br/, e que buscarão compreender a juventude de hoje - a chamada geração web 2.0 - a partir da discussão sobre a música popular. O módulo chama-se Tribos Sem Terra e tem a curadoria minha e do psiquiatra Hamer Palhares, além de convidados especiais que nos ajudarão a contextualizar a juventude contemporânea por meio de uma análise da cultura da música popular.
Partindo da discussão sobre a música presente hoje no ideário juvenil, o projeto pretende refletir sobre o comportamento da juventude do século XXI vagando - e divagando - sobre seus espaços de compartilhamento, ou seja, de shows e festas específicas de cada gênero às redes sociais e outros lugares de discussão virtual ou presencial. A observação sobre a genealogia dos estilos musicais será contemplada em sua relação com a formação psicológica dos segmentos juvenis que se formaram e se formam nos dias atuais.
O formato do programa compreenderá debates mediados pelo músico e artista visual Fernando Chuí com convidados chamados especialmente para a discussão de temas levantados acerca dos diferentes lugares de cultura, alternando-se com performances músico-literárias. O também curador Hamer Palhares estará presente na platéia fazendo parte da mediação e das provocações. Ao final de cada palestra, haverá o momento de participação do público com perguntas relacionadas às questões originadas no diálogo.
O primeiro encontro será com o músico e professor da USP Luiz Tatit - e autor da teoria da canção no Brasil - e discutirá o lugar da canção nos tempos atuais. Abaixo, a série de encontros e convidados:
Tribos sem terra – juventude 2.0
Curadoria: Hamer Palhares e Fernando Chuí
01/04 – O Corpo coletivo e a morte da canção?
Com Luiz Tatit e mediação dos curador Fernando Chuí
08/04 – Ideologia? Quem quer uma pra viver?
Zuza Homem de Mello e mediação dos curadores Fernando Chuí e Hamer Palhares
15/04 – Do botequim às raves – festas, drogas e outras redes sociais.
Com Fernando Chuí e Hamer Palhares.
29/04 – Música, amor & erotismo em tempos de hiperconectividade.
Com Pedro Alexandre Sanchez e mediação dos curadores Fernando Chuí e Hamer Palhares
Será uma maravilha! Venham ver!
Beijos a todos,
Chuí
quinta-feira, março 10, 2011
7 Tweets sobre os 7 Pecados
Sofro terrivelmente do pecado da preguiça. Curioso, mas jamais tive preguiça para prática de outros pecados.
II
Pense em quem você mais destesta. Agora pense em quem mais você ama. E responda: qual dos grupos foi mais o alvo da sua ira?
III
Pessoas vazias transbordam inveja.
IV
Pessoas que se julgam melhores do que as outras sempre serão piores do que eu.
V
É um erro grande convidar um avarento para um evento de luxúria.
VI
Quem tem boca vai à gula.
VII
Promíscuos, soberbos, vaidosos, ostentadores - a sociedade os inveja. Hoje só se condena um pecado quando ele não mora ao lado.
(desenho e haitweets de Chuí)
domingo, fevereiro 27, 2011
7 tweets sobre a Estupidez
terça-feira, fevereiro 15, 2011
7 Tweets sobre a Violência
V
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
7 Tweets sobre o Sexo
terça-feira, janeiro 25, 2011
Fernando Chuí na Top Magazine - Top Row
Na edição de dezembro da revista Top Magazine eu apareço na sessão Top Row (caras novas).
A matéria é da querida mel Lenz e a foto de Daniell Marafon.
:FERNANDO chui
Vejam o link online:
(como é dezembro, não sei bem quanto tempo permanece no ar)
Beijos a todos,
Chuí
quinta-feira, janeiro 20, 2011
7 tweets sobre a Neurose
ICuidado ao amar pessoas que aceitam tão bem a própria maldade. Mas não se espante ao ver que é exatamente isso que tanto você gosta nelas.
II
Só se arrepende de se fazer algo errado se no algo errado algo dá errado: ter má experiência ou ser pego. Arrependimento é remorso covarde.
III
A culpa é a vaidade de nosso próprio inimigo interno.
IV
Só pessoas inocentes sentem culpa. Verdadeiros culpados não se lembram de nada.
V
Culpa é a vergonha no campo da intimidade. Vergonha é a culpa no campo da publicidade.
VI
Neurose: abstração matemática tipo f = x - 1: um sem fim de corpos pequenos, um dentro do outro: boneca russa: boneca russa: boneca russa:
VII
Mágoa: a mais nefasta forma de memória que o corpo humano é capaz de armazenar. Pior que a raiva, que ainda pode gerar energia produtiva.
(desenho e haitweets de Chuí)
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Neste sábado: Exposição de Desenho de meus alunos da Poiesis/Oficina Oswald de Andrade
Amigos, convite 2:Aos que estiverem por aqui no sábado, venham ao espaço de exposição da oficina Oswald de Andrade para a mostra de trabalhos dos arte-educadores que participaram do curso de Formação de Arte-Educadores da instituição Poiesis, onde ministrei a área de desenho.
São mais de vinte pessoas que orientei ao longo deste ano nesta oficina idealizada pela educadora Rosa Iavelberg. Além de desenho, também houve turmas de dança, teatro e música.
Da reflexão sobre a linha expressiva aos momentos com modelo vivo, o curso propôs uma experiência por diversas formas de desenhar em constante movimento de reflexividade sobre cada proposta.
Os belos trabalhos a serem exibidos a partir de sábado são frutos da etapa final do curso em que os arte-educadores se dedicavam a uma proposta pessoal de desenho.
Sou suspeito para elogios, mas confesso aqui meu orgulho e recomendo que venham testemunhar o pensamento gráfico de tantas pessoas talentosas.
Será às 15:30hs, na Rua Três Rios, 363, no Bom Retiro - próximo ao metrô Tiradentes.
Venham!
Beijos a todos,
Chuí
Filosofia Brincante em Porto Alegre - neste sábado!

segunda-feira, novembro 22, 2010
Neste sábado, 11hs - Lançamento de livro Filosofia Brincante!
Amigos,Neste sábado, dia 27 de novembro às 11 da manhã farei, junto à filósofa Marcia Tiburi, o lançamento de nosso livro infantil, o Filosofia Brincante, na Livraria Cultura de SP – na loja da Record. O livro foi feito por nós em conjunto, desenhos e palavras, buscando o pensamento como aventura divertida e sem idades.
Faremos também o que chamamos de “oficininha de pensamento” com as crianças que aparecerem por lá. Em uma brincadeira de pensar e desenhar, buscaremos fazer o que nossos personagens fazem no livro...
Haverá a mesma oficininha em novas datas em algumas lojas da Livraria Cultura de SP.
A receptividade ao livro está sendo uma maravilha e nem bem chegou nas livrarias já entrou em segunda edição!
Abaixo segue o link para texto e o vídeo que Sérgio Miguez colocou no site da Livraria Cultura:
http://cultura.updateordie.com/2010/11/05/pensar-brincando-brincar-pensando/
E aqui abaixo o link para a Folhinha que publicou um texto e um podcast bem bacana sobre o conteúdo do livro.
Espero poder vê-los por lá para pensar desenhos conosco!Beijos a todos,
Chuí
terça-feira, novembro 16, 2010
Evandro Affonso Ferreira - O Van Gogh que cortou minha orelha
A figura do artista pobre, solitário e não reconhecido em sua genialidade se tornou clichê na imagem do pintor Van Gogh. Muitos tolos pensam e declaram isso de si mesmos, como se o mundo lhes devesse a fama e que a injustiça maior da humanidade seria o fato de não serem badalados e endinheirados por seu talento incompreendido, Van Goghs perdidos na liquidez da nova era.
No entanto, até hoje, só conheci um ser que realmente fizesse jus a essa comparação.
Evandro Affonso Ferreira escreve diariamente em caneta BIC pelos cafés do shopping Higienópolis, escreve por necessidade, escreve por transbordamento, por encanto e lucidez. Quase tão boa como sua literatura é a sua companhia (a não ser que você tenha estômago muito delicado).
Nesta quinta, Evandro Affonso Ferreira lançará o livro "Minha Mãe se Matou sem Dizer Adeus", o primeiro de sua trilogia de solidões pela Editora Record. Pediu-me certa vez que lhe fizesse a capa, algo que rapidamente produzi, fácil, pois descobrimos que é disso que se trata sua nova fase: uma literatura Tarja Preta!
Absurdado pela beleza das palavras dessa obra, fiz também um texto para a orelha. No entanto, essa foi cortada por Evandro ao se deparar com o belo texto de Juliano Pessanha, filósofo e estudioso de sua obra. Por ter utilizado a outra orelha, Evandro sentiu-se embaraçado ao falar comigo sobre isso. Mas eu lhe disse:
- Van Gogh cortou sua própria orelha, mas somente eu tenho a honra de ter a orelha cortada pelo Evandro Affonso Ferreira!
Quem não tem medo do lobo mau e da literatura que venha nesta quinta-feira ao lançamento deste livro imenso que tive o privilégio de fazer a capa.
Será às 19hs - até as 22hs - quinta agora, reitero, dia 18 de novembro, na Livraria Cultura da Paulista, loja Record.
É isso, abaixo publico a orelha que o Van Gogh de Higienópolis lisonjeiramente me cortou:
"Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus
Qualquer pessoa que realmente goste de literatura sabe que um livro não é somente um objeto portador de escrituras. É, sim, um ser que, em meio à sua leitura, irá invariavelmente nos manusear, nos apalpar, nos abraçar, nos riscar, nos rasgar, nos amassar e nos amar antes de completar a sua experiência conosco. É nesta compreensão que Evandro Affonso Ferreira esculpe o livro magoado. Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus nega a beleza a cada domingo-capítulo. Toda página é um bloco específico de rancor. Toda linha significa uma perda. Toda palavra é dor. Mas dor não faz literatura, a literatura é feita de livros. Todavia, o livro magoado dói. Mais do que em ambientes saudáveis, mais do que em amores bem sucedidos, mais do que em classes abastadas, é na complexidade da decadência que a vida que , ao se dilacerar em derradeiras pétalas, dá seu grito estético mais intenso - recupera a intensidade do parto. E o livro magoado nasceu esferografado em guardanapos. O fato é que - em um mundo em que a glória passa distante, a saúde é finita e o amor é um mito – mesmo que em diferentes medidas e diferentes formas de se relacionar, todas as pessoas reconhecem a perda e a desilusão - assim como o desejo obscuro de abandonar o projeto de felicidade recebido natimorto pela civilização. Evandro faz desta decepção uma anti-canção urbana e, deste abandono dos sonhos, ele concebe seu plano literário. O livro magoado é um amigo íntimo que acabamos de conhecer e, não obstante, está de partida. O estilo de Evandro se delineia de forma difícil de definir. Dispensando artigos e compaixão gramatical, sua escrita é ao mesmo tempo lenta como um náufrago que espera por ninguém agarrado a uma tábua de madeira no meio do oceano, e igualmente veloz, como os últimos movimentos de um sujeito a se afogar nos estendendo a mão a quilômetros de nós. O texto repleto de metáforas jamais nos leva a crer que estamos lendo um poeta. A forma como Evandro anuncia imagens jamais nos tira do chão; ao contrário, mantém nossos pés conectados ao solo qual efeito de um vidro de remédios reaproveitado a outras finalidades. A forma do texto e densidade do sentimento servem para criar uma forma de depressão lírica cuja leitura nos é intrigantemente leve .
Por entre pessoas-posfácio e seres éter, Evandro nos acena a possibilidade da assunção de sua pena capital. Tudo é amargo, corrosivo e virilmente fracassado no livro magoado de Evandro.
Difícil definir se “amiga filósofa” é a entidade que o prende afetivamente ao mundo ou se é exatamente aquela que autoriza o personagem a seguir em seu caminho de racionalidade rumo ao fim. Difícil descobrir se é morte ou apelo por alguns instantes a mais de vida.
Ao lermos Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus é fácil perder o fôlego. E a impressão que temos é a de que ele está se esgotando para sempre. Ele nos diz “adeus meu poeta não nos veremos nunca mais; sei que você treme, mas não é de medo; eu sim”.
Seria impróprio referir-se a este organismo-texto de forma direta, teórica, técnica. Como buscar compreender a palavra dor ou a palavra mágoa por sua definição no Aurélio. Para entender a dor, é preciso permiti-la. Leia apenas se for capaz.
É sempre domingo; chove chora. O livro magoado abre a trilogia das mágoas de Evandro Affonso Ferreira e eleva por fim o fracasso de vida à categoria de obra de arte".
(imagem: capa do livro de E.A.F. por Fernando Chuí)
sábado, novembro 13, 2010
7 tweets sobre o Amor

I
Quando a liberdade gritou a solidão a solidão gritou o amor e o amor gritou a neurose. E a liberdade se ouviu de novo - mas estava rouca.
II
Certo estado da indiferença é muito próximo da crueldade. Crueldade é o oposto passional do amor. Indiferença é o oposto racional do amor.
III
Saudade fábula: Alice que éramos, reino que dói como se nos colhesse a flor da pele dizendo a vida foi real. Uns dias, jardim.
IV
A claridade ilude porque nos distingue. A escuridão apavora porque nos iguala.
V
Sem qualquer discórdia, é você do lado oposto. Conflito ou equilíbrio. Contrária, cheia de terror, se atrai. Que tipo de coragem é o amor?
VI
Eu achava que era difícil. Mais tarde descobri que era impossível. Então eu vi que não passava de ilusão. Foi quando aconteceu.
VII
O descaso matou o amor. A rotina sufocou, o ciúme esfaqueou, a traição atirou. Ira degolou, cinismo cremou. E lá vai o amor, esse gato aí.
(desenho e haitweets de Chuí)
sexta-feira, novembro 05, 2010
Lançamento do Livro Diálogo/Desenho nesta terça!
Amigos,Nesta terça, a partir das 19hs, estarei na Livraria Cultura da Paulista - Paulista, 2073, conjunto Nacional - lançando o livro Diálogo/Desenho que fiz com a filósofa Marcia Tiburi em uma troca de correspondências sobre o desenho.
O livro tem como mote o desenho e busca refletir sobre seus conceitos possíveis no mundo atual e as relações sócio-históricas e educacionais que ele - o desenho - estabelece com outras áreas do conhecimento, da cultura e da sociedade.
Daremos um livro ao primeiro twitteiro que aparecer por lá!
E prometo um desenho ao lado do autógrafo a quem tiver lido este post e quiser me pedir...
Será muito bom tê-los por lá desenhando conosco esse momento.
Beijos a todos,
Chuí
domingo, outubro 31, 2010
RockFilosofia IV - Chuí e Dr. Hamer Palhares - Psicodelia, Beatles e Jimi Hendrix
O módulo rockfilosofia da CPFL Cultura se concluiu visceralmente nesta última sexta-feira à noite com o encontro que tive com o psiquiatra e especialista em dependência química Dr. Hamer Palhares discutindo o movimento psicodélico do final dos anos sessenta.Para tanto, contrapusémos Jimi Hendrix e seu "corpo psicodélico" aos Beatles e sua "psicodelia conceitual". Entre música, declamação de textos e diálogo conceitual, a noite se teceu por quase duas horas. O primeiro texto foi extraído do volume I das Crônicas de Bob Dylan e o último da letra Within or Without you de George Harrison. Os outros dois textos foram especialmente escritos para o encontro pelo Dr. Hamer, assim como as versões que fiz de Little Wing, Castles Made of Sand e Purple Haze - de Hendrix - e I am the Walrus, Strawberry Fields Forever e When I´m Sixty-Four - dos Beatles.
Agradeço à CPFL Cultura, Augusto, Giancarlo, Marta, Barbara, Thiago e todos mais pelo carinho, cuidado e profissionalismo com que nos trataram ao longo do módulo que contou comigo e Marcia Tiburi (curadores), além de Daniel Lins, Nelson Motta e Hamer Palhares, correndo as cidades de Santos, Bauru, Ribeirão Preto, Sorocaba e Campinas. Que maravilha que foi.
Acima, um video com a última parte da performance músico-poético-conceitual. Para ouvir o encontro completo, basta acessar nesta semana o link abaixo:
Bjs a todos,
Chuí
sexta-feira, outubro 29, 2010
Hoje, ao vivo! Rock and Roll e as Drogas: Psicodelia, Beatles e Jimi Hendrix – Fernando Chuí e Hamer Palhares
O Rockfilosofia terá nesta noite seu último encontro e será a respeito do movimento psicodélico dos anos sessenta e da relação entre drogas e rock´n´roll.É difícil imaginar a história do rock sem a sua expressiva ligação com a história das drogas.
No final dos anos sessenta, a experiência lisérgica das drogas estava aliada à invenção de uma cultura de libertação estética e moral.
The Beatles e Jimi Hendrix trouxeram em suas músicas a expressão dessa cultura, e suas obras servirão de motivo para o diálogo acerca do tema entre mim e meu grande amigo e psiquiatra Dr. Hamer Palhares, especialista em dependência química.
Faremos, além do debate, performances unindo música a leituras de textos poéticos de Bob Dylan, Geroge Harrison e do próprio Dr. Hamer.
Hoje, às 19 hs, no site da CPFL Cultura
http://www.cpflcultura.com.br/site/category/aovivo/
Fiz o desenho acima agora, empolgado ao tocar solos hendrixianos...
Bjs a todos,
Chuí
quinta-feira, outubro 21, 2010
Rock Filosofia II - Chuí & Daniel Lins / Sobre Bob Dylan & Gilles Deleuze
links da gravação completa de Rock Filosofia I e II:
I - Rock´n´Roll, Adolescência e Indústria Cultural: Elvis Presley e Chuck Berry
II - Por uma metafísica do rock: Bob Dylan e Deleuze
segunda-feira, outubro 11, 2010
Rock Filosofia I - Rock´n´Roll - A Invenção da Adolescência entre a Indústria e a Angústia Cultural
Rock Filosofia I:Eu e a filósofa Marcia Tiburi temos realizado neste ano a curadoria do módulo Rock Filosofia da CPFL Cultura, série de encontros "filosófico-musicais" que pretende discutir aspectos da história do Rock e suas possíveis relações com os valores da sociedade nos últimos 60 anos.
Ao longo do ano, realizamos encontros nas sedes da CPFL de Santos, Sorocaba, Ribeirão Preto e Bauru, trazendo temas como início do Rock´n´Roll, Psicodelia, Adolescência, Indústria Cultural, cultura das drogas e dependência química, melancolia, entre outros tópicos.
Além de mim e Marcia Tiburi, também fazem parte da série o filósofo Daniel lins, o jornalista e escritor Nelson Motta e o psiquiatra Hamer Palhares.
Na última sexta, realizamos a gravação no espaço CPFL de Campinas do encontro com o tema inicial discutindo o início do rock nos anos cinquenta e a relação com a indústria cultural e a adolescência.
Foi um encontro muito especial, com música, conceito e papo bom demais.
O video na íntegra pode ser visto nesta semana no site da CPFL Cultura, eis o link:
http://www.cpflcultura.com.br/site/category/aovivo/
O encontro foi transmitido ao vivo pelo site e me convenci de que preciso mesmo me conectar em breve ao twitter...
Na próxima sexta-feira às 19 hs encontrarei o filósofo Daniel Lins para discutirmos Bob Dylan e Deleuze. Que maravilha que vai ser!
Beijos a todos,
Chuí
Veja aqui trechos de Rock Filosofia I
quarta-feira, setembro 15, 2010
The Mambo Django - Quinta-feira, 16 de Setembro
Amanhã de novo!É lá, no Syndikat Jazz Club, versões de canções de diversas etnias dos anos 30 e 40. Músicas norte-americanas, brasileiras, francesas, cubanas, alemãs e russas em nossas vestimentas de blues e jazz cigano - Eu e Guapponi em vozes, violões e gaita.
Nosso estimado Guimets vem para a segunda sessão!
22hs!
Beijos a todos,
Chuí






